segunda-feira, 13 de julho de 2009

Paralisia Facial

A paralisia facial pode ter diversas origens: congênita, traumática, infecciosa, cirúrgica, tumoral e idiopática.

A forma mais comum é a idiopática, também conhecida como paralisia de Bell, onde a recuperação espontânea ocorre na maior parte dos indivíduos, principalmente nos mais jovens.

Contudo, alguns pacientes permanecem com um déficit definitivo nos movimentos da face, com importantes repercussões sociais e psicológicas. É justamente nestes casos em que o tratamento cirúrgico está indicado.

Existem vários tipos de cirurgias, e, as indicações variam conforme o tempo de paralisia.

Nas paralisias recentes, a técnica preferida pela equipe é o “cross-face nerve graft”, onde se cria uma conexão nervosa entre o lado sadio e o paralisado.

Nos casos de paralisias antigas (aquelas com mais de 18 meses) usamos a transposição ortodrômica do músculo temporal, técnica que faz uma conexão entre esta musculatura e o ângulo paralisado da boca. O paciente apresenta o sorriso quando realiza um discreto estímulo de mordida.

O seguimento conta com a participação de uma equipe multidisciplinar, envolvendo também fisioterapeutas e fonoaudiólogos.

2 comentários:

  1. A primeira vez que fui ao seu consultorio fiquei feliz da vida com o atendimento e mais feliz ainda com o resutado poque fiz uma mamoplastia redutora,o resultado foi maravilhoso, só tenho que agradecer e um exelente profissional.

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  2. Quando cheguei ao consultorio fiquei encantada pela simpatia que tem esse profissional,fiz um mamoplastia redutora o resultado foi maravilhoso e um exelente profissional tenho que da nota dez para Doutor Jorge
    ASS;MARIA APARECIDA DE OLIVEIRA

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